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RESPEITO AOS ÁRBITROS PELA MÍDIA ESPORTIVA

IMPRENSA, A EXPRESSÃO DA LIBERDADE. Sem imprensa livre não há liberdade política. Sem liberdade de imprensa não há justiça. Sem liberdade de imprensa não há cidadania. Sem liberdade de imprensa não há democracia. 3 DE MAIO DIA INTERNACIONAL DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO OS DEZ MANDAMENTOS DA IMPRENSA Paul Johnson (Jornal da Tarde, pg 13, de 2.Abr.93 I - DESEJO DOMINANTE DE DESCOBRIR A VERDADE. II - JORNALISTAS DEVEM PENSAR NAS CONSEQUÊNCIAS DO QUE DIZEM OU ESCREVEM. III - CONTAR A VERDADE NÃO BASTA . PODE SER PERIGOSO, SE SEM JULGAMENTO. IV - JORNALISTAS DEVEM POSSUIR O IMPULSO DE EDUCAR. V - A MÍDIA DEVE DISTINGUIR OPINIÃO PÚBLICA DE OPINIÃO PESSOAL. VI - DISPOSIÇÃO PARA LIDERAR. “O PODER REQUER QUE SEJA RESPONSÁVEL” VII - MOSTRAR CORAGEM. “É A VIRTUDE QUE MAIS FALTA NA MÍDIA” VIII - DISPOSIÇÃO PARA ADMITIR ...

RESPEITO AOS ÁRBITROS MINEIROS!

Gratidão e reconhecimento aos árbitros jubilados em 2002, pela Federação Mineira de Futebol e Sindicato dos Árbitros de MG, em cerimônia organizada pela árbitra Ana Cecílio, estando entre os homenageados Lincon Bicalho e Marco Antonio. “Venceram porque amam o futebol, sempre apitando com determinação, perseverança e ações contínuas! Foram Juízes enquanto Árbitros, imparciais e soberanos.” SER ÁRBITRO...OU NÃO SER! Alguns não opinam. Outros têm muitas opiniões. Vocês, respeitados árbitros, formaram opiniões. Alguns passam. Outros ficam na memória. Vocês, respeitados árbitros, marcaram o seu tempo. Conseguiram estabelecer prioridades, metas. E cumpriram-as! Souberam ver o mundo, a vida, como uma grande peça teatral. Como o futebol, onde foram atores e diretores, nunca espectadores! Souberam ser flexíves, adaptando-se pela própria capacidade, dentro e fora da arbitragem. Tiveram a virtude da autodisciplina, mesmo...

ARBITRAR COM SIMPLICIDADE!

É preciso aprender a rir de sí mesmo, o que eleva física e emocionalmente o indivíduo, evitando muitos desconfortos. Inversamente, levar-se demasiadamente à sério é o primeiro passo para o estresse, para a inadaptação e para o mau humor. A seriedade bloqueia a capacidade criativa, enquanto a simplicidade a libera e nos permite perceber que a solução de muitos conflitos pode estar a um palmo do nariz dos gestores. É tão simples ser simples... Basta que leiamos com mais frequência o "POEMA EM LINHA RETA", do inesquecível Fernando Pessoa, que acreditemos no Pequeno Príncipe quando nos diz que "só se vê bem com o coração"...

O ÁRBITRO E O "SER LÍDER"

Há necessidade de senso de dignidade. A multidão só adora aos indivíduos que a dominam. O mundo gosta de homens bravos, fortes, e odeia os covardes... Ama aquele que se mantém de pé e o olha de frente! O árbitro desportivo deve possuir determinação inflexíel de vencer barreiras, quebrar resistências, destruir obstáculos, possuir a qualidade inata encontrada nos indivíduos fortes e que chamamos de combatividade. "PRESTÍGIO QUE SE DISCUTE JÁ NÃO É PRESTÍGIO" (acventura, 1997)

A REGRA É UMA SÓ!

Se os jogadores não querem, não há jogo . O árbitro perde o controle emocional e passa a insultar os jogadores, ocasionando, daí, a reação natural... Somos levado a isto devido ao fato de que muitos não incluem o árbitro como parte integrante do jogo, o básico para que a bola possa rolar em campo. É lei! E, se violarmos a lei, não haverá jogo, não existirá espetáculo. A maioria dos jogadores encara o árbitro como um inimigo, o que torna impossível o entendimento. Um elemento mudou a relação árbitro-jogador: O CARTÃO AMARELO! Antes, o árbitro advertia; porém, também prevenia, acalmava o jogador, o orientava, e o entendimento (ou acordo) era possível. Hoje o cartão encerra o diálogo, uma vez que ao ser exibido converte a ação em sanção. Como um policial de trânsito: quando visto, previne; quando escondido atrás de uma árvore, multa! Entende-se que prejuízos e benefícios causados pela arbitragem sempre andarão juntos, lado a lado. É preciso que ambas as partes exercitem-se mentalmente, c...

COMO EVITAR COMENTÁRIOS INDESEJÁVEIS

Um homem procurou Sócrates e lhe disse que precisava contar algo sobre alguém. Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou: - O que voce vai me contar já passou pelas três peneiras? - Três peneiras? - Sim! A primeira é a da VERDADE. O que voce quer contar é um fato? Caso tenha ouvido falar, o assunto deve morrer por aí mesmo. Suponhamos que seja verdade; deve, então, passar pela segunda peneira: a da BONDADE. O que vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo? Se o que voce quer contar é verdade e coisa boa, deverá passar pela terceira peneira: a da NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda os pares? Pode melhorar o meio? E finaliza Sócrates: - Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, voce e seu próximo iremos nos beneficiar; caso contrário, esqueça e enterre tudo! Será um comentário a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discordia entre amigos e colegas! EAFI, 1996

O ÁRBITRO E SEUS DESAFIOS

Um dos maiores desafios do homem é, sem dúvidas, o de administrar conflitos humanos. E toda vez que se misturam amor, paixão, gana, raça e a vontade natural de triunfar, tem-seuma mistura cujo resultado foge a qualquer lógica. Impossivel prever qual será o desfecho do embate em que todos esses ingredientes, aliados a uma boa dose de gostar do que se faz , estão presentes. "...possui este caminho justiça? Em caso afirmativo, o caminho é bom. Caso contrário, este caminho não possui importância alguma". (Adaptação de um trecho de Carlos Castanheda, em "Os ensinamentos de Don Juan", EAFI, 1996)