O TIRO DE META Existe a REGRA XVI para reiniciar o jogo quando a bola haja ultrapassado totalmente a linha de meta (ou de fundo) pelo chão ou ar, por qualquer lugar que não seja entre os postes e sob o travessão, depois de ser jogada ou tocada por um jogador da equipe atacante. Um goleiro não poderá receber a bola diretamente de um tiro de meta, salvo se estiver fora da sua área penal. Se, por acaso, após a cobrança do tiro de meta a bola ultrapassar a área penal, isto é, entrar em jogo por qualquer causa que não seja a intervenção de um jogador (por exemplo, o vento), fazendo a bola entrar na própria meta, não será gol. O árbitro deverá conceder tiro de canto. Um outro exemplo: bate-se o tiro de meta, em sentido lateral, a bola toma efeito, ultrapassa a área penal e sai pela linha de fundo (de meta). A bola entrou em jogo; portanto, tiro de canto para a equipe adversária. Poderá ser marcado um gol diretamente de um tiro de meta, porém somente contra a equipe adversária.
EDINA...Experiência de vida na arbitragem ... TARDE INESQUECÍVEL!!
A experiência de vida é um dos pilares invisíveis que sustentam o caráter de uma árbitra. Antes mesmo de vestir o uniforme e entrar em campo, ela já carrega consigo uma bagagem formada por desafios superados, escolhas difíceis e aprendizados silenciosos. Cada obstáculo enfrentado fora das quatro linhas contribui para moldar a firmeza necessária dentro delas. A arbitragem exige muito mais do que conhecimento das regras; exige maturidade emocional. A árbitra que viveu diferentes experiências — de superação, disciplina, frustração e recomeço — aprende a reconhecer que o erro faz parte do crescimento, mas que a responsabilidade por cada decisão é inegociável. É na vivência cotidiana que se constrói a serenidade para ouvir críticas sem se abalar e a coragem para sustentar uma decisão mesmo sob pressão intensa. A experiência de vida também desenvolve a empatia, qualidade essencial para quem conduz um jogo. Ao compreender as emoções humanas — a ansiedade do...
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