O TIRO DE META Existe a REGRA XVI para reiniciar o jogo quando a bola haja ultrapassado totalmente a linha de meta (ou de fundo) pelo chão ou ar, por qualquer lugar que não seja entre os postes e sob o travessão, depois de ser jogada ou tocada por um jogador da equipe atacante. Um goleiro não poderá receber a bola diretamente de um tiro de meta, salvo se estiver fora da sua área penal. Se, por acaso, após a cobrança do tiro de meta a bola ultrapassar a área penal, isto é, entrar em jogo por qualquer causa que não seja a intervenção de um jogador (por exemplo, o vento), fazendo a bola entrar na própria meta, não será gol. O árbitro deverá conceder tiro de canto. Um outro exemplo: bate-se o tiro de meta, em sentido lateral, a bola toma efeito, ultrapassa a área penal e sai pela linha de fundo (de meta). A bola entrou em jogo; portanto, tiro de canto para a equipe adversária. Poderá ser marcado um gol diretamente de um tiro de meta, porém somente contra a equipe adversária.
EU FUI O ÁRBITRO DE CORINTHIANS x RADAR
EU FUI O ÁRBITRO DE CORINTHIANS x RADAR Há partidas que terminam quando o árbitro apita o final. E há partidas que permanecem para sempre na memória de quem esteve dentro de campo. Corinthians x Radar foi uma delas. Naquela época, o futebol feminino brasileiro ainda buscava seu espaço, sua identidade e o reconhecimento que merecia. O Radar era uma das grandes referências do futebol feminino nacional, enquanto o Corinthians também fazia parte daquele cenário de construção e afirmação da modalidade. Eu, Antonio Cláudio Ventura, estava ali como árbitro. A partida havia sido determinada pela Federação Paulista de Futebol e disputada no campo do Nacional, em São Paulo. E havia ainda um ingrediente especial: as câmeras da TV Bandeirantes, através do programa Show do Esporte , registravam aquele acontecimento. Para mim, entretanto, televisão, fama ou repercussão não mudavam a essência da missão. Eu estava ali para fazer cumprir as regras do jogo. O árbitro entra em campo sozin...
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